Melhor fazer Yoga ou um esporte do que ir a um psicólogo. Pode ser. Pode ser mesmo. Uma das atividades mais estudadas, atualmente, dentro da Psicologia é a meditação. Os psicólogos do mundo inteiro estão fascinados com os efeitos benéficos do controle da nossa mente através da respiração e da interação mente e corpo. Os orientais já sabem disso há séculos, né? E agora os ocidentais estão tentando aculturar a meditação para nosso estilo de vida, pois acho pouco provável que alguém que trabalhe 10hs por dia, ainda tenha gás para chegar em casa e fazer todo aquele passo a passo da meditação. Mas funciona, pode crer! Para os mais céticos, já há pesquisas científicas demonstrando os benefícios. Para os mais abertos, basta se inscrever num curso de meditação (no Rio tem vários) e você vai sentir na pele, ou na cabeça ;). Então, eu concordo sim, que fazer Yoga ou meditação pode acrescentar muito no seu dia a dia. E o bom é que depois que você aprender, você passa a fazer so...
Taí uma coisa que eu gosto de fazer: ler, pensar sobre e escrever (falar sozinha sobre o assunto também rola). Às vezes eu fico viajando nos meus pensamentos imaginando como devia ser a vida daqueles poetas que morriam cedo, tuberculosos. Nos dias de hoje, quem pode se dar ao luxo de buscar inspiração dando uma volta pela cidade, sentando num bar para bater papo furado, desfrutando de uma vida boêmia e porque não dizer "ficar de vagabundagem", e depois sentar e discorrer...escrever, criar... Nos dias de hoje, como comentou meu sogro como um de seus desejos atuais, o sujeito espera se aposentar do trabalho "real" para aí sim, ter o privilégio de sentar e divagar...e escrever...e criar. Então, aí entro eu nessa história: escrever era uma coisa que eu realmente gostaria de fazer, mas sempre achei que não tivesse tempo disponível para isso, continuava só pensando nos textos na minha cabeça e compartilhando algumas dessas idéias com meus pacientes durante as discussões...
Sempre fui um tanto (!) cética, sempre me baseando no lema "confiar, desconfiando". Confesso, que esta tática, na maioria das vezes se mostrou bem útil, difícil de pôr em prática, mas uma maneira de lidar com as expectativas, ou melhor com as consequências das expectativas. Enfim, esse papo de expectativas gera um outro post, outro dia. Mas então, voltando ao meu ceticismo. Comecei a fazer um estágio na faculdade de Psicologia, com aquele senhor branquinho, barrigudinho, de óculos e sorriso fácil no rosto, o Bernard Rangé, que comentei outro dia. Vim a saber que o Rangé, é uma das grandes personalidades que contribuíram para a Terapia Cognitivo-Comportamental no Brasil. E olha que sorte a minha, ele dava aula na UFRJ e ainda dava um estágio em clínica. Bom, corri atrás de fazer a matéria dele, requisito para poder se inscrever no estágio e decidi fazer a prova para concorrer a vaga de estágio. Aquilo tudo, toda a matéria a ser estudada, era natural, fácil de ser absorvida, po...
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